
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Visita ao Zoo da Maia

No dia 1 de Junho, dia Mundial da Criança fomos visitar o jardim Zoológico da Maia.
Saímos de Fornelos ás 9 horas e regressámos ás 3h 15min.
Quando lá chegámos, começámos por lanchar.
De seguida, fomos ver os animais existentes no Zoo.
Lá vimos: macacos, zebras, ursos, avestruz, várias espécies de aves, hipopótamo, lince, cangurus (um era branco), um casal de leões, pantera negra, etc.
Finalizada a visita ao Zoo fomos assistir ao espectáculo do leão-marinho.
Durante o espectáculo, observamos as habilidades do leão-marinho (Nico), aprendemos as diferenças entre ele e a foca e que devemos proteger os Oceanos, evitando a poluição.
Em seguida fomos brincar no parque infantil e almoçar.
O almoço foi o piquenique partilhado, de sobremesa comemos um gelado.
Finalmente regressamos à escola.
Esta comemoração do Dia da Criança foi muito boa.
Saímos de Fornelos ás 9 horas e regressámos ás 3h 15min.
Quando lá chegámos, começámos por lanchar.
De seguida, fomos ver os animais existentes no Zoo.
Lá vimos: macacos, zebras, ursos, avestruz, várias espécies de aves, hipopótamo, lince, cangurus (um era branco), um casal de leões, pantera negra, etc.
Finalizada a visita ao Zoo fomos assistir ao espectáculo do leão-marinho.
Durante o espectáculo, observamos as habilidades do leão-marinho (Nico), aprendemos as diferenças entre ele e a foca e que devemos proteger os Oceanos, evitando a poluição.
Em seguida fomos brincar no parque infantil e almoçar.
O almoço foi o piquenique partilhado, de sobremesa comemos um gelado.
Finalmente regressamos à escola.
Esta comemoração do Dia da Criança foi muito boa.
Texto colectivo
sexta-feira, 29 de maio de 2009
O Lobo Ibérico


Existem duas espécies de lobo; o lobo cinzento e o lobo vermelho.
O lobo vermelho, infelizmente, encontra-se em extinção no seu estado selvagem.
Foram descritas 32 subespécies de lobo cinzento, mas muitas destas estão já extintas, isto é, desapareceram, devido à acção destruidora do homem, e nunca mais se podará observar.
O lobo habita, apenas nas regiões mais abruptas e recônditas. O lobo cinzento que ainda sobrevive, encontra-se na Península Ibérica e designa-se cientificamente por “ Canis Lupes Sigratus “.
Para viver, um lobo necessita de uma área de terreno, onde encontre alimento e abrigo.
Como forma de marcação das fronteiras do seu território, os lobos utilizam a urina e os dejectos, chegando a efectuar marcações a cada 300 metros. Estes sinais odoríficos, que se encontram geralmente em cima de pedras ou tufos de ervas nas bermas de caminhos, funcionam como forma de aviso a outras alcateias ou lobos isolados de que aquele território se encontra ocupado.
O lobo vermelho, infelizmente, encontra-se em extinção no seu estado selvagem.
Foram descritas 32 subespécies de lobo cinzento, mas muitas destas estão já extintas, isto é, desapareceram, devido à acção destruidora do homem, e nunca mais se podará observar.
O lobo habita, apenas nas regiões mais abruptas e recônditas. O lobo cinzento que ainda sobrevive, encontra-se na Península Ibérica e designa-se cientificamente por “ Canis Lupes Sigratus “.
Para viver, um lobo necessita de uma área de terreno, onde encontre alimento e abrigo.
Como forma de marcação das fronteiras do seu território, os lobos utilizam a urina e os dejectos, chegando a efectuar marcações a cada 300 metros. Estes sinais odoríficos, que se encontram geralmente em cima de pedras ou tufos de ervas nas bermas de caminhos, funcionam como forma de aviso a outras alcateias ou lobos isolados de que aquele território se encontra ocupado.
O lobo utiliza ainda o uivo para marcar a sua presença no interior do território.
O lobo é um carnívoro, alimenta-se de carne.
Hoje, na ausência destes animais e na luta pela sobrevivência, o lobo habituou-se a consumir uma grande variedade de alimentos.
Nas regiões norte da sua área de distribuição, os lobos alimentam-se de alces, caribús ou renas, principalmente: castores, lebres, coelhos e também ruidores.
O lobo também se alimenta de animais domésticos: cavalos, vacas, ovelhas, cobras e cães, mas isto porque foram as únicas presas que o homem lhe deixou.
Os lobos chegam mesmo a entrar nas aldeias durante a noite, para procurar alimento nas lixeiras.
Também necessitam de água e gostam mesmo de tomar banho.
Em algumas zonas da sua área de distribuição são até hábeis pescadores.
Caçar herbívoros é uma tarefa que se torna difícil para um lobo só. Encontrar, seguir e capturar tais presas, implica uma acção de conjunto.
Os lobos conseguem o mínimo suficiente para sobreviver.
Também eliminam as presas mais fracas, mantendo a «saúde» da população das espécies presa.
Os lobos para comunicar utilizam sinais: movimentos e atitudes corporais, olhares, cheiros, sons tais como ladridos, rugidos e uivos. O seu sentido do olfacto é muito desenvolvido e um cheiro significa muito mais para eles do que para nós.
Geralmente os lobos acasalam para toda a vida e usualmente, numa alcateia, apenas dois lobos acasalam.
O que podemos nós fazer pelo lobo:
. Aprender tanto quanto possível sobre o lobo e o seu habitat;
. Divulgar aos outros tudo o que se aprendeu;
. Corrigir os que divulgam informações falsas;
. Apoiar a acção dos grupos que se preocupam com a conservação do lobo (actualmente existentes em quase todos os países onde ainda existem populações de lobo);
. Participar nos trabalhos - de -campo e de pesquisa a decorrer no seu país: tem interesse, é instrutivo, é divertido e ajuda.
O lobo é um carnívoro, alimenta-se de carne.
Hoje, na ausência destes animais e na luta pela sobrevivência, o lobo habituou-se a consumir uma grande variedade de alimentos.
Nas regiões norte da sua área de distribuição, os lobos alimentam-se de alces, caribús ou renas, principalmente: castores, lebres, coelhos e também ruidores.
O lobo também se alimenta de animais domésticos: cavalos, vacas, ovelhas, cobras e cães, mas isto porque foram as únicas presas que o homem lhe deixou.
Os lobos chegam mesmo a entrar nas aldeias durante a noite, para procurar alimento nas lixeiras.
Também necessitam de água e gostam mesmo de tomar banho.
Em algumas zonas da sua área de distribuição são até hábeis pescadores.
Caçar herbívoros é uma tarefa que se torna difícil para um lobo só. Encontrar, seguir e capturar tais presas, implica uma acção de conjunto.
Os lobos conseguem o mínimo suficiente para sobreviver.
Também eliminam as presas mais fracas, mantendo a «saúde» da população das espécies presa.
Os lobos para comunicar utilizam sinais: movimentos e atitudes corporais, olhares, cheiros, sons tais como ladridos, rugidos e uivos. O seu sentido do olfacto é muito desenvolvido e um cheiro significa muito mais para eles do que para nós.
Geralmente os lobos acasalam para toda a vida e usualmente, numa alcateia, apenas dois lobos acasalam.
O que podemos nós fazer pelo lobo:
. Aprender tanto quanto possível sobre o lobo e o seu habitat;
. Divulgar aos outros tudo o que se aprendeu;
. Corrigir os que divulgam informações falsas;
. Apoiar a acção dos grupos que se preocupam com a conservação do lobo (actualmente existentes em quase todos os países onde ainda existem populações de lobo);
. Participar nos trabalhos - de -campo e de pesquisa a decorrer no seu país: tem interesse, é instrutivo, é divertido e ajuda.
O futuro dos lobos está nas nossas mãos!
Trabalho realizado por:
Ana Isabel
Hugo Daniel
Marinho Edgar
Fátima Cecília
Susana Filipa
4º ano
Ana Isabel
Hugo Daniel
Marinho Edgar
Fátima Cecília
Susana Filipa
4º ano
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Ovos Misteriosos
Ida ao Teatro

A História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar
No dia 7 de Maio, fomos ao Porto ver uma peça de teatro, na biblioteca nos jardins do Palácio de Cristal.
A história chamava-se “ História de uma gaivota e do Gato que a ensinou a voar de Luís Sepúlveda.
Uma gaivota, vítima de poluição de uma maré negra, confiou o seu ovo ao Zorbas. Antes de morrer fez-lhe três pedidos: não comer o ovo, tratar dele até ser gaivotinha e ensiná-la a voar.
Zorbas pediu a três amigos (Colonelo, Sabetudo e Barlavento) para o ajudarem a cumprir as promessas. Depois de passarem por muitos perigos, para cumprirem as duas primeiras promessas, tiveram de pedir ajuda a alguém especial para a ensinar a voar.
Pediram ajuda ao poeta que vivia com a gata Bobolina.
O Zorbas e o Poeta numa noite de chuva e vento, foram a um sítio alto e lançaram a gaivotinha. Deste modo a gaivotinha aprendeu a voar e pôde seguir a sua vida.
No dia 7 de Maio, fomos ao Porto ver uma peça de teatro, na biblioteca nos jardins do Palácio de Cristal.
A história chamava-se “ História de uma gaivota e do Gato que a ensinou a voar de Luís Sepúlveda.
Uma gaivota, vítima de poluição de uma maré negra, confiou o seu ovo ao Zorbas. Antes de morrer fez-lhe três pedidos: não comer o ovo, tratar dele até ser gaivotinha e ensiná-la a voar.
Zorbas pediu a três amigos (Colonelo, Sabetudo e Barlavento) para o ajudarem a cumprir as promessas. Depois de passarem por muitos perigos, para cumprirem as duas primeiras promessas, tiveram de pedir ajuda a alguém especial para a ensinar a voar.
Pediram ajuda ao poeta que vivia com a gata Bobolina.
O Zorbas e o Poeta numa noite de chuva e vento, foram a um sítio alto e lançaram a gaivotinha. Deste modo a gaivotinha aprendeu a voar e pôde seguir a sua vida.
Texto Colectivo da Turma B
Subscrever:
Mensagens (Atom)



